Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007
Togas douradas ou encarnadas?

O processo estava agendado para decisão. O colégio de decisores iria votar favoravelmente a pretensão. O assunto estava definido como urgente. Mas o senhor juiz presidente tinha outra urgência: jogar uma partidinha de bridge. E o assunto foi adiado. A pena cumprida na íntegra. A decisão, a proferir, perfeitamente inútil.



publicado por alvaro às 17:37
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Impotências

Nesta época carnavalesca tivemos mais uns números do folião-mor do arquipélago. Para o anti-cubanos do “contenente”, o referendo só foi aprovado porque, neste país, “já não há quem tenha testículos”. Se assim é, e como ele, cidadão deste país, por esse facto, não os pode ter, no sítio, vamos assistir, impotentes, à sua impotência de declarar a independência lá do rancho. O que seria o grande número!



publicado por alvaro às 17:36
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Tornar a lei inútil?

A Igreja Católica, indiscutivelmente um dos grandes vencidos do referendo e do tal confronto de que falava Eduardo Lourenço, vem agora apelar ao Governo e à sociedade civil para “dar as mãos” para acabar com o aborto e tornar a lei que aí vem numa “lei inútil”.

Não posso estar mais de acordo com a Santa Madre Igreja. Reforçar o apoio às mães e às famílias, “ajudar as pessoas, esclarecer as consciências e criar condições para evitar o recurso ao aborto, legal ou clandestino”. são actividades indispensáveis e humanamente justificadas que cabem perfeitamente no papel social da Igreja e que qualquer “laico”, minimamente bem formado, não rejeitará.

Mas para isso não é necessário para nada o Código Penal. Para castigar as mulheres que decidam abortar. Basta ter empenho, convicção e persistência. E tolerância para com os insucessos. As ideias não entram pela força. Nem com ameaças.

Estes tiros normalmente saem pelas culatras.



publicado por alvaro às 17:35
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Paços rural, católico e conservador?
Escreveu Eduardo Lourenço que no referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez estava em causa mais um confronto entre o Portugal rural, católico e conservador e o Portugal urbano, laico, liberal. Se assim era, então com a vitória do sim venceu este último. Com muitas excepções, nomeadamente em Paços de Ferreira


publicado por alvaro às 17:33
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