Sábado, 23 de Junho de 2007
Em Paços de Ferreira valeu...

Na sua coluna de opinião na edição de hoje de A Bola, Vasconcelos Raposo pergunta se terá valido a pena ter construido tantas piscinas nos últimos tempos. O autor come ça por referir que "no passado era comum ouvir os responsáveis de muitos clubesdefender a construção de piscinas, pois consideravam como certas as receitas financeiras para outras actividades". Depois de reconhecer que actualmente já não é assim, VR constata que "ainda há por aí muita gente que encara a gestão das piscinas numa perspectiva de ganhar dinheiro, desviando-o para outras coisas que não a natação", ma que, contrariando esta página infeliz, há também aqueles que se preocupam com a desenvolvimento da natação nas suas áreas de influência. Dinamizam as piscinas com as classes de aprendizagem. Definem os níveis de evolução. Formam nadadores e participam com eles no quadro competitivo regional e nacional" E mais adiante: "Tem sido agradável registar a forma consistente como novos clubes e instituições têm aparecido no mundo da natação desportiva" E conclui: "Num final de mais uma época será bom repensar a forma como as actividades aquáticas estão a ser desenvolvidas nas centenas de piscinas espalhadas por todo o país e começar a pensar nos volumosos investimentos feitos com o dinheiro de todos sem qualquer impacte socio- desportivo. Depois logo se conclui se valeu a pena"

Em Paços de Ferreira a Gespaços está a cumprir: Começando do zero em 2002, cinco anos depois, criou já mais de uma centena de nadadores que Têm dado provas exuberantes de valor desportivo, quer a nível regional, quer a nível nacional. 


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publicado por alvaro às 15:23
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Não FICA(S) assim...

A notícia chega pelo telemóvel. Ontem na assembleia geral ficou decidido fazer a limpeza às instalações e entregar as chaves do Clube. Tento a confirmação. Os meus amigos estão no debate. Prometem telefonar mais tarde.

A estatégia do abandono para a vinda dos salvadores não pode passar.Basta de golpismos.



publicado por alvaro às 14:50
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007
Debate?

O debate surge. Inesperado.

A lupa traz perto o longe. Faz grande o pequeno.

Sobe os decibeis

Inteligência a espaços. Curtos.

Decibeis na  proporção inversa. Da visão..

Pontapés na atmosfera. E pra bancada.

Manipulação.

Circo. O show.

Ninharias. Com o castelo sitiado.

Que saudades de Gerson. Que jogava de helicóptero.

Quando vejo tantos olhos cravados na bola. Incapazes de levantar a cabeça.

O ressabiamento.

A frustração.

O ataque.

A revelação. Indesejada. Esclarecedora

O consolo da dúvida. Da inquietação.

A sinceridade

A angústia

Ansiedade.

A esperança.

A crença 


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publicado por alvaro às 23:40
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Domingo, 17 de Junho de 2007
Patrocínios e Publicidade
A actual Administração da Gespaços, que é presidida por um vereador municipal e integra outro vereador além do administrador executivo , nunca impediu qualquer iniciativa de apoio dos pais dos atletas, nem deixou de procurar patrocínios para o Clube .
Assim,
Os equipamentos da NPD têm sido patrocinados por:
- Centro Auto Station Marche - D. Isabel Cunha e marido, pais do Alexandre e João Cunha;
- António Alves - Gabriel Alves e esposa, pais do Nuno e da Ana Vitória Alves;
- Difer - D. Maria José e marido, pais da Diana Ferreira
- David Sousa, pai do João Sousa
O Centro Auto Station Marche patrocinou durante algum tempo os transportes dos nadadores para as provas.
- Um grupo de nadadores, liderado pela Ana Vitória Alves, pediu autorização à Administração para fazer uma rifa para angariação de fundos. A Administração autorizou e incentivou o grupo e prometeu comprar uma viatura e oferecer uma máquina de treino. Os nadadores angariaram 2150 euros. A Administração adquiriu uma viatura por 3250 euros e amaquina por 1500 euros, contribuindo assim com 2600 euros-
- Os pais da nadadora Ana Sofia Matos patrocinaram integralmente outra máquina de treino;
No Polo Aquatico
A Rox e o Centro auto Station Marche patrocinaram os equipamentos de 2005- cerca 4000 euros
Uma comissão de pais que se organizou procurou patrocínios, com contrapartida de publicidade, com a autorização da Administração, adquiriu os equipamentos em 2007, em valor superior a 5000 euros, fez a sua apresentação pública e organizou uma festa de passagem dos modelos.
A Administracao cedeu espaços publicitários em contrapartida no interior da piscina.
O reforço alimentar dos atletas é patrocinado pela Padaria Pao Quente Calvario.
As toucas da NPD, que um pai de um nadador ligado a uma imobiliária prometeu há meses patrocinar, vão se patrocinadas pela Lusoswim.
Os equipamentos dos treinadores vão ser patrocinados pela ARENA - já foi assinado o contrato.
A Administração iniciou há algum tempo negociações com uma grande empresa para patrocínio global do clube - secções de NPD e de Polo Aquatico.

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publicado por alvaro às 19:26
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Assim, começamos a perceber

Aqui só deviam ter lugar os melhores, os que fazem as melhores marcas, os que têm os melhores resultados - afirmam.

Não me espanto.

Fico a perceber melhor outras coisas.

Não se importam de repetir?


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publicado por alvaro às 18:36
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007
Com as palavras do povo
Esta semana tenho-me lembrado amiudadas vezes de alguns ditos populares. Quem tudo quer tudo perde. Ir buscar lã e sair tosquiado. A propósito de algumas pretensões em que se olha apenas para o umbigo. Ou se olha apenas para a árvore e não se vê a floresta.

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publicado por alvaro às 21:38
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Gespaços

Ontem um grupo de pais veio propor-me uma reunião para debater algumas carência do clube Gespaços, nomeadamente falta de toucas e outro material. Surpreendi os meus interlocutores com a proposta de lhes entregar a gestão do clube, uma ideia que anda a ser amadurecida desde que o novo CA da Gespaços entrou em funções. Um dos interlocutores abandonou a reunião alguns minutos depois, mas a conversa foi longa e, creio que, esclarecedora.

Hoje o blog Gespacos Swimming, animado por uma dos meus interlocutores, dá conta da reunião, apela à participação dos pais na discussão da minha proposta, e promove um inquerito sobre varias opções de gestão futura do sector de natação.

Falei hoje com o Dr. António Coelho, presidente do Ca, e agendámos a reunião com os pais para o proximo dia 25 de Junho. Espero que o debate seja frutuoso.

Entretanto contratei hoje com o engº Miguel Machado  da Lusoswim o fornecimento de 200 toucas com o simbolo Gespaços, sendo 100 oferecidas pela Lusoswim, já que um proposto patrocinador anda há meses a prometer oferecer as toucas, sem que até à data tenha cumprido as promessas.


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publicado por alvaro às 00:11
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Terça-feira, 12 de Junho de 2007
Os Fracos

Os fracos são incapazes de aceitar as críticas, por mais justificadas que sejam. Não admitem o diálogo. Tornam-se arrogantes. Autistas. No entanto, mantêm-se alerta. À espreita da mais pequena falha dos seus críticos. Para diminuir com as eventuais falhas dos outros a força dos seus argumentos.

Critica-se a organização de um campeonato, por exemplo. Os visados não aceitam as críticas. Ficam com azia. O crítico falha na sua actividade, por exemplo, num jogo. Então vem a reacção. Ele falhou no jogo, logo não nos pode criticar na organização do campeonato.

 Está-se mesmo a ver que não é assim.

A crítica rebate-se com argumentos e com factos. Mais nada.

Vamos a um exemplo recente. E talvez mais interessante ainda.

Um determinado clube vem-se sentindo prejudicado com a nomeação de árbitros para os seus jogos: os árbitros são atletas mais velhos dos clubes adversários. Está-se mesmo a ver o filme dos jogos, pelo que não é necessário dizer nada acerca do modo como são dirigidos.

 Então o clube, que tem dirigentes bem dispostos, escreve aos dirigentes da respectiva Associação, em tom irónico, incentivando-os a continuarem com essa prática de nomeação de árbitros/atletas dos clubes adversários, que acham ser a mais correcta para acabar com a modalidade.

 É evidente que os dirigentes associativos ficam piores que baratas com o gozo. E, em vez de emendarem a mão, persistem no erro: nomeiam novamente um árbitro/atleta do clube adversário para dirigir um jogo.

E dá-se o inevitável. As asneiras são mais que muitas. Obviamente , em prejuízo da outra equipa. Os adeptos “passam-se”, seguindo-se uma lamentável agressão.

Então os dirigentes associativos “sentem” que é chegado o momento do ajuste de contas com os dirigentes do clube, e num comunicado perguntam: afinal quem é que quer acabar com a modalidade?

É evidente a sua má fé.

Sentem-se incomodados e incapazes de responder às críticas dos dirigentes do clube. Comem e calam. Agora que uns adeptos mais exaltados se comportam mal, tentam misturar alhos com bugalhos, e gritam aqui d’el rei que os dirigentes do clube não têm razão em criticá-los pela má organização dos campeonatos, porque os adeptos meteram o pé na poça ao atestarem a marmita ao árbitro.

Era para rir , se não fosse trágico. Ter de aturar tamanha desonestidade intelectual.

  



publicado por alvaro às 12:01
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Alegria e dúvida

O momento é de vitória e de euforia. Estralejam os foguetes, buzinam os carros, as vozes enrouquecem, toda a gente salta, porque quem não salta é qualquer coisa que naqueles momentos não convém ser, entopem as ruas, abraços, muitos abraços, algumas lágrimas, copos a rodos, enfim, os vários orgasmos do golo, como diria o “bibota”. Saio à rua, para me encontrar com um amigo, depois sigo para o jornal, duplamente feliz. Os “meus” azuis saíram vencedores, toda a minha gente está na rua a festejar, passo pelo meio dessas torrentes de júbilo, externamente indiferente, sem um gesto, uma palavra. Como que guardo essa felicidade só para mim, coisa estranha. Só os mais íntimos a percebem. Ou os cúmplices dos momentos de tristeza. Nem eu sei bem o porquê desta reserva. Talvez porque o êxito seja efémero. E venha já aí o dia seguinte. Talvez porque o mérito seja dos outros, ainda que sejam os “nossos”. Talvez porque os alquimistas já estejam com os seus tubos de ensaio a postos. E eu tema a transformação de toda aquela alegria no torpor dos dias que aí vêm.

Talvez.


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publicado por alvaro às 12:00
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E o Tiago nem queria tanto

Porém, ia morrendo de estupefacção, quando vim a constatar que esses placares apenas serviam para quatro coisas: anunciar a temperatura, anunciar as horas, fazer publicidade a uma casa de aparelhos electrónicos e servir de mijadouro para cães.

Manuel Maia, Tribuna Pacense, 11.05.07


publicado por alvaro às 11:59
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